sábado, maio 06, 2006

as vírgulas


Hoje, agora e eternamente, ando em volta das vírgulas, peste de que é preciso desinfestar qualquer texto com cuidado pois delas há um mínimo - e só este! que lhe faz falta, algo como um semáforo que é preciso para ordenar o trânsito mas nunca para engarrafá-lo.
Está a dar-me conforto, muito, a soberba escrita de Carneiro Gonçalves nas crónicas compiladas no A escrita de Anton: também pelo seu sábio virgular são textos soberbos.

Recomendo. Assim como a leitura deste post de Eduardo Pitta, onde aliás gamei a foto, e recordo-me de o Miguel ter deixado uma 'nota de leitura' de que gostei, mas andei a vasculhar os seus arquivos e não a encontrei, para linká-la.

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